quarta-feira, abril 11, 2018

A Mulher do Camarote 10 (leitura)



Acabada a leitura de “A Mulher do Camarote 10”, é altura de um minúsculo balanço.

Apesar de ter começado esta leitura num ritmo lento, por não haver nada na história que me prendesse verdadeiramente, a verdade é que a partir da página 145, o ritmo mudou, e não voltei - literalmente - a pousar o livro.

O balanço passou de um livro médio, para um livro bom, dentro do estilo.

O que mais me irritou? A capa do livro. Acredito que na ausência de um briefing em condições, deveria ser obrigatório para o criativo ler - pelo menos na diagonal - a obra que se propões espelhar na capa de uma publicação.

A verdade é que o cruzeiro onde se passa a narrativa, é um pequeno cruzeiro de luxo, com apenas 10 camarotes para convidados. Muito diferente do que vemos na capa do livro, que na verdade cria expectativas que não se verificam, e que me fez *mesmo* sentir enganada.

Nota 4 para Ruth Ware, pela sua história.

Nota 1 para António Pinto e para a Oficina do Livro, por uma capa que retratou o óbvio apenas a partir de um titulo, quando a narrativa não vai de encontro ao ilustrado. *BUUUU*

domingo, abril 08, 2018

Algo que me completa

Ter aula de ballet ao domingo de manhã, é para mim, absolutamente transcendente.

Adoro ter aulas de ballet, a qualquer dia, a qualquer hora, mas quando tenho - muuuuuito esporadicamente - aula ao domingo de manhã, é algo que me faz sentir absolutamente plena.

Bom domingo!!

segunda-feira, abril 02, 2018

O tempo voa...

e 2017 passou, sem que uma entrada sequer eu fizesse aqui no blog. Como é possível?

A verdade é que o tempo voa sim, e o pouco que temos livre vamos repartindo como podemos, por tudo o que gostamos de fazer!

2017 foi um ano em que li bastante.

Se calhar estive tempo a mais nas redes sociais, o que me deixou francamente... enjoada, razão pela qual preciso de me afastar das ditas cujas. Estou a precisar de uma desintoxicação, pelo que resolvi vir aqui, um canto mais pessoal (mais egoísta?), limpar as teias de aranha que se acumularam.

A pipoca cresceu, e já não é bem uma pipoca. É agora uma pré-adolescente, já no 2º ciclo, cheia de estilo, inteligente, e o que muito me orgulha, imensamente bondosa. Diz que vai ser Educadora de Infância e fotógrafa. Deixou o ballet - o que muito triste me deixou - e ingressou no Street Dance. É uma dança mais expansiva, que terá efectivamente mais a ver com ela... mas ficou aqui um grãozinho de pena no coração da mãe *suspiro*. Juntos vamos finalmente vendo alguns filmes e séries "mais crescidos", são momentos verdadeiramente deliciosos!

Continuo nas minhas aulas de ballet, apesar de ter mudado para uma escola bem mais perto de casa - por um lado o stress de andar numa escola longe de casa diminuiu... poupo no tempo, na gasolina, e até na mensalidade das aulas, o que me permite frequentar uma 2ª aula por semana... por outro lado custou-me deixar para trás as minhas amigas bailarinas, principalmente a S. e a J. De quando em vez vou à escola antiga fazer uma aula avulso, para matar saudades, mas não é a mesma coisa. Para se ganhar numas coisas perde-se sempre noutras.

sábado, setembro 10, 2016

Leituras de férias

...em 19 dias li os 5 livros da dupla Lars Kepler - uma das sensações dos policiais nórdicos - sendo que o penultimo (O Homem de Areia) li em apenas 2 dias, e o ultimo (Stalker) em 3, o que mais dizer?? Fiquei completamente rendida, e fico ansiosa pelo 6º livro da série Joona Linna - que na Suécia será lançado a 24 de Outubro, e fico a fazer figas para que não demore muito a chegar cá a versão portuguesa!!!

sábado, junho 11, 2016

Por vezes acontece...

Por vezes acontece arrepiar-me com uma boa descrição, num livro que esteja a ler... Quando sei que de alguma forma foi real, toca-me ainda mais profundamente.

E por vezes acontece em livros de autores que até escrevem com alguma ligeireza, passo a expressão, e utilizam o humor frequentemente. O que me deixa também agradavelmente surpreendida.

Foi o caso do seguinte excerto, retirado do "Fogo Mortal" de Nelson Demille:

"Durante meses, depois do 11 de Setembro, assisti a velórios, funerais, missas e cerimónias memoriais, de dia e de noite, por vezes três no mesmo dia. Toda a gente que eu conhecia tinha a mesma agenda insana e atordoante. À medida que as semanas iam passando, cruzava-me com as mesmas pessoas nas casas funerárias, nas igrejas, nas sinagogas e nos cemitérios. E todos olhávamos simplesmente uns para os outros com uns olhos sem expressão. O choque e o trauma estavam frescos, mas os funerais começavam a fundir-se uns nos outros e a única diferença era a família enlutada, que nunca era igual à anterior, e a seguir os viúvos e os filhos apareciam no funeral de outro polícia qualquer para prestar as suas homenagens, tornando-se parte era multidão dos pesarosos. Tinha sido uma época angustiante e surreal, meses negros com caixões negros e mortalhas negras, e fumos negros sobre os dis- tintivos brilhantes, e manhãs negras depois de uma noite a beber demasiado. Ainda me lembro do som das gaitas de foles, da saudação final e do caixão... na maioria das vezes contendo apenas um bocado do corpo a ser baixado para a sepultura."

Sim... acontecem imensas atrocidades demasiado frequentemente, de tal forma que acabamos por ficar um pouco "imunes", e com a falsa sensação de segurança que nos traz o facto de não ter sido perto de nós... (...longe da vista...), mas por alguma razão o 11 de Setembro continua a tocar num ponto sensivel cá dentro.

quarta-feira, julho 01, 2015

Julho vai ser um bom mês...

Ou não comecasse hoje o Curso Intensivo de Dança Clássica na APAM :)


sexta-feira, abril 24, 2015

Hoje seria dia de o Denis...

...o meu nurinhas, coxa-mai-linda, olhos-mais-doces-que-o-mel, tomar banho... :(